No comunicado, o clube critica alegadas falhas na transparência dos sorteios, defendendo que a ausência de representantes dos clubes participantes compromete a credibilidade do processo competitivo. A direção da UDA considera que os sorteios devem ser sempre realizados de forma pública e com a presença de todos os intervenientes, de modo a garantir confiança e evitar qualquer suspeita sobre a integridade da competição.
A formação de Agostinho Neto refere ainda a situação dos emparelhamentos já conhecidos, após ter defrontado a UDRA na primeira eliminatória e ter tomado conhecimento, através de meios digitais, de um novo confronto fora de casa frente à equipa de Caixão Grande na segunda eliminatória. Para o clube, este cenário levanta questões sobre os critérios utilizados na definição das fases seguintes.
Contudo, importa salientar que, segundo o cronograma das eliminatórias da Taça previamente estabelecido pela Federação Santomense de Futebol (FSF) no início da época, as equipas já tinham conhecimento antecipado dos seus possíveis adversários nas fases subsequentes, desde o sorteio da primeira eliminatória. Ou seja, o modelo competitivo já previa o percurso das equipas ao longo da prova.
Apesar das críticas, a UDA mantém uma posição de serenidade, afirmando continuar focada na competição e na união do grupo, mesmo perante o atual contexto.
No seu comunicado, o clube reforça ainda a necessidade de todos os processos organizativos respeitarem princípios de transparência, justiça e igualdade competitiva, sublinhando que o futebol deve ser pautado pelo rigor institucional.
A UDA garante que continuará atenta ao desenrolar dos acontecimentos, defendendo sempre a verdade desportiva e o respeito pelas regras estabelecidas pelas entidades competentes.
Imagem: José Moreira (Facebook)

